Cinco coisas que você não sabia sobre Gangland Undercover

Gangland Undercoveré um drama de TV no The History Channel baseado na vida de Charles Falco, que era um traficante de metanfetamina que se tornou informante do ATF e se infiltrou em um clube de motociclismo fora da lei. Até ao momento, são duas temporadas, sendo a primeira época centrada no Vagos Motorcycle Club e a segunda no Mongols Motorcycle Club.

Aqui estão cinco coisas que você pode ou não saber sobre Gangland Undercover:

Outlaw Motorcycle Club

Nos Estados Unidos, os motociclistas fora da lei referem-se a uma subcultura de motocicletas pós-Segunda Guerra Mundial centrada em motocicletas cruzadas, bem como em um conjunto de princípios como liberdade, lealdade a outros membros do mesmo clube de motocicletas e recusa em se conformar à cultura dominante. Alguns motociclistas ilegais estão associados a atividades criminosas, como extorsão, tráfico e tráfico de drogas, embora seus apoiadores afirmem que essas atividades criminosas são incidentes isolados e que os motociclistas não devem ser rotulados como organizações criminosas.

Processo de Iniciação

As regras exatas podem sofrer variações significativas de clube para clube, mas um processo de iniciação prolongado para possíveis sócios é comum. Por exemplo, Charlie Falco começou como um vagabundo antes de se tornar um cliente em potencial e depois um membro completo. Trote é comum no processo de iniciação, como mostrado pelo personagem sendo forçado a realizar tarefas servis para membros com patch completo 24 horas por dia, 7 dias por semana.

One-Percenter

Tanto o Vagos Motorcycle Club quanto o Mongols Motorcycle Club são motociclistas fora da lei com um por cento a menos. Supostamente, um por cento é uma referência a uma declaração da American Motorcyclist Association de que 99% dos motociclistas são boas pessoas que cumprem a lei em resposta ao motim de Hollister em 1947. No entanto, é interessante notar que a American Motorcyclist Association declarou que seus próprios registros de suas declarações divulgadas não sustentam esta afirmação.

Romantismo

Charlie Falco falou sobre suas experiências como informante do ATF. Em particular, é interessante notar que ele vê os motociclistas fora da lei como tendo sido romantizados, o que é um problema sério porque ele os considera organizações criminosas com boas relações públicas. Além disso, Falco afirma que a vida do membro médio não é nada parecido com o que as pessoas que romantizam acreditam que seja, citando alto uso de drogas e álcool, abuso dos membros, bem como daqueles ao seu redor, e um ciclo constante de traição entre membros do mesmo motoclube na busca pelo poder.

Preocupações com a segurança

Na mesma entrevista à revista Los Angeles, Falco também afirmou que ainda tem o cuidado de evitar ameaças potenciais ao seu bem-estar pessoal. Por exemplo, ele verifica se há carros o seguindo, não passa seu tempo livre em bares e evita áreas onde os motoclubes fora da lei estão presentes. Além disso, Falco se pegou checando seu carro de vez em quando em busca de carros-bomba, hábito cultivado durante seu tempo com os motoclubes fora da lei, quando ele teria que realizar essas tarefas diariamente para se manter seguro. Em retrospecto, Falco às vezes tem dificuldade em acreditar que conseguiu sair da operação secreta vivo e bem.