Crítica do episódio 12 da quarta temporada do Chicago Fire: “Nem todo mundo consegue”

Esta semana emChicago Fire, Herrmann e Chili precisam encarar suas perdas de frente. Se eles podem ou não seguir em frente de maneira saudável, o tempo dirá.

O julgamento de Freddie chega e Herrmann é forçado a enfrentar o que aconteceu com ele. Ele testemunhou em tribunal contra Freddie, descrevendo o ataque em detalhes excruciantes. Freddie não é mais um garoto lutador para Herrmann, apenas mais um bandido de rua. Ele espera que isso acabe, mas isso não está acontecendo. Herrmann recebe uma ligação do pai de Freddie, um assassino condenado. Ele liga em nome de seu filho querendo um cara a cara. A curiosidade leva a melhor sobre Herrmann, então ele visita o pai de Freddie na prisão. Seu pai não pede a Herrmann para mudar as circunstâncias de Freddie, é tarde demais para isso de qualquer maneira. O que ele pede a Herrmann é que perdoe Freddie. Na verdade, esse pedido parece ainda mais impossível para Herrmann.

Se fosse apenas sua vida, Herrmann provavelmente não hesitaria. Mas sua vida está ligada à esposa, aos filhos e à família do corpo de bombeiros. Herrmann sempre pensa nos outros primeiro, e sua raiva com o que Freddie fez é que isso poderia ter deixado as pessoas que amava em paz. Mais do que isso, Herrmann é tão bom no coração que está com raiva porque as ações de Freddie tiraram sua fé, mesmo que por um momento. Este é Herrmann, porém, e ele sempre acredita nas pessoas. Ele pede clemência ao juiz para que ele e Freddie possam começar a se curar.

Severide passa a noite com o agente federal que ajudou na semana passada (e depois zomba da sugestão de Mouch de que ele dê uma chance à monogamia). Sua amiga pede que ele assine uma declaração sobre as circunstâncias de sua busca e os materiais explosivos que encontraram. Severide se recusa a assinar seu nome a menos que esteja mais informado sobre as circunstâncias do caso. Ela diz a ele o que pode, em off, depois pede que ele volte ao hotel para assinar o documento. Ocorreu-me que o relacionamento mais longo de Severide era com uma lésbica.

Os instintos protetores de Casey entram em ação quando ele recebe uma ligação informando que o menino que ele resgatou do tornado na semana passada está desaparecido. Casey acaba encontrando o menino em lágrimas nos restos de sua casa, sofrendo com o pai. Quando Casey leva o menino de volta para sua mãe no abrigo, ele descobre que o abrigo corre o risco de ser fechado. O vereador do distrito pede que Casey compareça a uma entrevista coletiva para angariar fundos. Casey é pego de surpresa, mas ele se adianta e faz um bom discurso que faz a diferença na arrecadação de fundos. Infelizmente Casey fica sabendo que o abrigo ainda está fechando. Casey percebe que foi enganado para arrecadar fundos para um vereador desonesto que está mantendo os fundos para si mesmo. Eu não vejo Casey abandonando isso.

Armado com o conhecimento do que aconteceu com a irmã de Chili, Boden está mais bem preparado para lidar com a situação de Chili. Ele tenta ser solidário com a dor dela, mas não pode ignorar o fato de que ela quase matou um paciente e está insistindo que está bem. Chili tem mais uma chance e então ela está fora. Furioso porque Brett contou a Boden sobre seu erro, o temperamento de Chili só piora. Em uma má chamada, um paciente ataca Brett e Chili salva a vida dela nocauteando o cara. Brett fica grato, então concorda em não dizer nada. Dawson deixa Chili direto em sua atitude, e Chili finalmente consegue se abrir com seus amigos. Chili explica as circunstâncias da morte de sua irmã e faz as pazes com as meninas. A dor de Chili é muito profunda, porém, e Dawson e Brett ainda estão preocupados que o pior ainda está por vir.

Você acha que o pimentão continuará em espiral?

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Resumo

No Chicago Fire desta semana, Herrmann dá um passo importante em direção à cura enquanto o pimentão continua em espiral.

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